
Atrás de cada prazo cumprido existe uma pessoa que atende o telefone. Na Requinte, essa pessoa é o Flávio — e ele é o mesmo que confere a peça antes de ela subir para a montagem.

Flávio Schanuel entrou numa marcenaria aos 16 anos para aprender a profissão. Não foi escolha de vocação romântica: era o trabalho que apareceu, e ele ficou. Aprendeu a ler o veio da madeira antes de aprender a ler um projeto executivo.
Veio depois a formação em operação de máquinas de marcenaria pelo SENAI — a parte técnica que transformou prática em método. É dessa combinação que sai o padrão de acabamento que a fábrica cobra de si mesma hoje: a mão que conhece o material e a cabeça que sabe por que a peça precisa daquela tolerância.
“Prazo, para mim, é palavra dada. Em dez anos, nunca precisei ligar para um arquiteto pedindo mais uma semana.”
Nenhum salto, nenhum aporte, nenhuma virada de sorte. A Requinte cresceu do jeito mais lento e mais sólido que existe nesse mercado: uma obra entregue na data puxando a próxima.
Entra numa marcenaria como aprendiz e descobre a profissão na prática, antes de descobrir na teoria.
Formação em operação de máquinas de marcenaria — a base que hoje sustenta o padrão de acabamento da fábrica.
Empresa familiar, fábrica própria e uma regra que nunca mudou: data combinada é data cumprida.
Uma equipe fixa formada dentro de casa e uma carteira de arquitetos que voltam projeto após projeto.
A Requinte nasceu dentro de casa e continua sendo tocada assim. Os valores cristãos e a história de família não aparecem no material de venda como enfeite — são o motivo pelo qual uma data combinada vira compromisso pessoal.

Gente que aprendeu o ofício na bancada, formada dentro da própria fábrica. É desse conjunto que sai a previsibilidade — não de um software de gestão.

Trajetória só interessa quando vira consequência concreta para quem contrata. Aqui ela vira três.
O marceneiro que conferiu a peça é o mesmo que assinou o orçamento. Não há camada entre você e a produção.
O padrão de acabamento não depende de quem a empresa conseguiu contratar naquele mês — depende de gente treinada na própria bancada.
Numa cidade do tamanho de Petrópolis, empresa familiar não tem para onde correr depois de um atraso. É por isso que não há atraso.